TERROR NA GRANDE NATAL

janeiro 10, 2018


A crise de segurança, que levou 2.800 militares das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança PĂșblica ao Rio Grande do Norte, agravou a criminalidade no Estado no final de 2017. No entanto, nĂŁo Ă© de hoje que a violĂȘncia se tornou rotina na Grande Natal, alcançando nĂ­veis ainda mais altos apĂłs o aquartelamento de PMs.
No ano passado, as 12 cidades que compÔem a região metropolitana de Natal atingiram índices de assassinatos que superam taxas de homicídios no país mais violento do mundo e até mesmo em zona de guerra, como a Síria.
A cidade de Extremoz, conhecida por belas praias como Genipabu, registrou a maior a taxa de homicĂ­dios no RN em 2017: 233 por 100 mil habitantes. No triste ranking da violĂȘncia, CearĂĄ-Mirim surge logo em seguida, com taxa de 196 assassinatos.
Os dados sĂŁo do Obvio (ObservatĂłrio da ViolĂȘncia Letal Intencional), ligado Ă  Ufersa (Universidade Federal Rural do Semi Árido), que computa os crimes a partir de fontes oficiais.
A situação na região metropolitana elevou a taxa de homicídios em todo o Estado.


O Rio Grande do Norte encerrou 2017 com 2.408 homicĂ­dios –67 por cada 100 mil habitantes. Desde os anos 70 atĂ© 2016, Ă© a segunda maior taxa jĂĄ vista em um Estado, perdendo apenas para Alagoas, em 2011, quando houve Ă­ndice de 71 por 100 mil.
Confira reportagem do UOL aqui com levantamento impressionante.

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